Quem sabe mais sobre Israel?

Publicado na Tribuna Judaica nº 225

CONCURSO CULTURAL DO FUNDO COMUNITÁRIO INCENTIVA O CONHECIMENTO E PREMIA COM VIAGENS AO ESTADO JUDEU

Qual o nome da israelense que, em 1976, ganhou em Hong Kong o título de Miss Universo? E do israelense que, em 2005, ganhou o Nobel de Economia? Qual o nome bíblico de Eilat? Onde Ben Gurion foi enterrado? Qual o produto mais exportado por Israel, em 2007? Qual a porcentagem da força de trabalho de Israel que tem diploma universitário? O saber fez toda a diferença: foi preciso mostrar muito conhecimento. Assim foi o concurso 10 X Chai, criado pelo Fundo Comunitário, com o objetivo de difundir a cultura e religião judaicas e a Terra Prometida.

Foi um exercício lúdico de incentivo ao conhecimento acerca do Estado Judeu, em que os participantes, na primeira fase precisavam responder a 180 questões sobre conhecimento geral da cultura judaica, história e geografia de Israel e personalidades judias relevantes, sendo permitido – e até encorajados – a fazer consultas em internet, enciclopédias e outros meios. Passaram para a segunda fase, também on-line, aqueles que acertaram acima de 175 questões.

Já a terceira fase, com aqueles que acertaram todas as questões da anterior, levou os participantes à Hebraica, para a final com perguntas “ao vivo”. O prêmio era valioso: os seis primeiros colocados ganhavam uma passagem para Israel. Com o lema “Fortalecer as raízes judaicas e sionistas está em nossas mãos”, o evento até então inédito, buscou a difusão do conhecimento. Segundo o presidente do Fundo Comunitário, Nilton Serson, “O concurso traduz o nosso ideal de manter uma postura de afirmação com relação ao Estado de Israel, fazendo com que Judeus que sejam embaixadores de Israel em seu país. Para que isso aconteça, temos que promover o conhecimento do país que patrocinamos e a convicção de nossos valores. Com o concurso, buscamos motivar todo o ishuv ao estudo”.

A comunidade judaica não só participou em peso, com mais de 450 inscrições, como agradeceu a existência do concurso, que instigou a curiosidade em busca das respostas corretas, conta o presidente. Ele explica que o desafio de realizar algo producente para a comunidade judaica teve um retorno bastante positivo. “Todos ganharam com isso: o Fundo Comunitário ganhou com a difusão dos valores judaicos e israelenses, os participantes ganharam conhecimento e prêmios de participação e aqueles mostraram que realmente detêm o conhecimento foram agraciados com uma recompensa ainda maior”.

Esse tipo de investimento que promove o Judaísmo e a ligação com o Estado Judeu, ao agir diretamente na comunidade, é esperança de prometer um futuro sólido e brilhante para as futuras gerações, já que é uma das melhores maneiras de assegurar a continuidade do povo, evitar a assimilação e incentivar a participação na luta contra manifestações anti-semitas e discriminatórias. Para Daniel Shiran, diretor do Fundo Comunitário, “Este foi um projeto de muito conteúdo já que, com ele, fomentamos o conhecimento e deu para mostrar que Israel não tem somente problemas políticos, conflitos e guerras. Mostramos um outro aspecto de nossa Terra e de nosso povo”.

Na emocionante final do concurso, com perguntas e respostas “ao vivo”, havia na disputa desde crianças com pouco mais de dez anos até a experiente terceira idade, com direito a platéia e torcida organizada. Ganharam a passagem para viajar ao Estado Judeu: Artur Holender, Leandro Spett, Marion Engel Pesso, Michel Tarsis, Nissim Daniel Cohen e Priscila Crochik.

Artur Holender, um dos vencedores, comentou ter ficado emocionado com a premiação e elogiou o objetivo do concurso. “Estudei em escola judaica a vida inteira e sempre valorizei o estímulo ao conhecimento a respeito de judaísmo e Israel. A idéia do concurso é muito positiva, porque permite a aproximação a essa Terra com mais de três mil anos. Para continuarmos a assegurar sua existência, o saber sobre nossa história e nosso povo são fundamentais”. Já Nissim Daniel Cohen, o primeiro colocado, disse que não esperava ser vencedor. “Achei que estava muito ‘velho’ para participar. Por isso, eu me inscrevi sem compromisso, só para testar meus conhecimentos mesmo”, brincou. Ele comentou que sempre gostou de estudar a respeito da cultura judaica. “Vi que esse gosto me deu um estímulo para saber mais e me trouxe uma ótima recompensa. Estou muito feliz”.

Dessa forma, o Fundo Comunitário mostra a importância de investir na educação e na cultura de nossa comunidade e reafirma a sua função de garantir a centralidade de Eretz Israel.





Gostou do nosso site? Indique um amigo para conhecer nosso trabalho.

Seu Nome:
Seu E-mail:
Amigo:
E-mail:
Gostaria de receber nossas notícias e participar de nossas ações?

Nome:
E-mail:

criação de site LOBBUS